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Matheusa foi morta após tentar tirar fuzil de traficante, diz inquérito policial

A Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu o inquérito da morte da estudante da UERJ, Matheusa Passarelli, de 21 anos, assassinada em abril de 2018. Segundo as investigações, ela foi morta em um “tribunal do crime” no Morro do 18, na zona norte da cidade, após tentar tirar o fuzil de um dos traficantes.
“No inquérito, concluiu-se que Matheusa se desentendeu com os traficantes locais e tentou pegar a arma de um deles, sendo alvejada e seu corpo ocultado dentro da comunidade”, afirma a Polícia Civil em trecho do inquérito publicado pelo portal Uol.
Matheusa, que nasceu Matheus, mas entendia que sua identidade de gênero não é nem de homem nem de mulher, ficou uma semana desaparecida e nunca teve o corpo encontrado. Ela esteve no Morro do 18 no dia 29 de abril, após deixar uma festa em estado de surto, nua e falando frases desconexas; foi neste estado em que foi encontrada e abordada por bandidos.
Segundo a polícia, ela foi morta a tiros e, depois, teve o corpo esquartejado e incinerado. A Justiça decretou a prisão de dois traficantes acusados de ordenarem a incineração: Genilson Pereira, conhecido como GG, e Messias Texeira, chefe do tráfico do Morro do 18.
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